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Bajouca em festa

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 04.05.14

           O tempo mais nobre da Páscoa deste ano passeio na capital do barro leiriense e como nos blogs aquimetem fiz menção, foi bem aproveitado em quanto por lá andei. Tanta sorte que até na noite da despedida, dia 29, fui convidado a ir cantar os parabéns ao David Pedrosa e partilhar da festinha familiar que fez na cozinha da sogra Beatriz. Guardei para hoje, dia 04 de Maio, Mês de Maria e Dia da Mãe, esta recordação porque não na Serra da Estrela, mas na Bajouca, onde a esta hora já deve ter acabado a 12ª Volta de Atletismo à freguesia, e na qual o simpático casalinho com certeza participou.

 Tinha que ser. E logo, no Dia da Mãe. Falta o Virgilio e o David. Um muito obrigado à Bela por esta foto que lhe roubei.

 

           Mas é do dia 29 que falo e que com muita simplicidade o David festejou. Porem estou convencido que não fica por aqui. Esta gente do Casal dos Afonsos são artistas no trocar as voltas. Tenho pena de não estar por lá para ver, e não só. Parabéns ao David e por ser Dia da Mãe também à Helena. Não os cantei aqui porque estava a retratar.

           Mas o cafezinho da avó Beatriz, feito à lareira, na chocolateira, e a fatiazinha do bolo de aniversário é que ninguém dispensa

          Eu optei por um tintinho daquele que o David, aqui em animada conversação com sua irmã Luzia, guarda na garrafeira para estas ocasiões. Dias bem passados e alimentados....foram estes últimos que gozei em terras de Leiria       

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publicado às 11:58


Parabéns à Bajouca

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 29.04.14

 

           A Bajouca é daquelas terras onde a tradição da Visita Pascal ou Compasso todos os anos se faz; ali, com a designação de Boas Festas. No Sábado Santo, após as cerimónias da Ressurreição do Senhor, é feita a entrega da cruz ao chefe de cada uma das equipas encarregadas de percorrer o lugar que lhe está determinado 

          Não no domingo de Páscoa, mas no Sábado de Pascoela, que este ano calhou no dia 26 de Abril, pelas 14:30h,  todas as equipas se juntaram na igreja paroquial e dali partiram cada uma para o seu destino. Tradição para ver e manter viva na mente da comunidade bajouquense.

           Após concluída a volta das Boas Festas, as equipas regressaram à Bajouca Centro, onde às 19:00h o Sr. Padre Melquiades  celebrou a Missa Vespertina, ao que se seguiu um convívio partilhado, aberto a toda a comunidade, no Salão Paroquial  

 

           Convívio animado pelo grupo musical Luz Sem Tempo que tem o vocalista  Alcino por responsável, foi motivo para um fim de tarde alegre e bem passado que se prolongou noite dentro.

          O Vídeo mostra o que a reportagem não consegue mostrar. Parabéns à Bajouca

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publicado às 23:15


Algures na Boavista

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 01.04.14

          Foi mais um daqueles fim de semana que quando venho à capital do barro leiriense por norma costumo desfrutar. E uma vez mais a sorte calhou nos treze…e com batas assadas no forno da Helena e bacalhau na churrasqueira do Virgílio, com couves da horta e frango da capoeira da Saozita, foi confeccionado um almoço divinal, como era habito dizer o Agostinho Estreito,  do  Braçal.

           Ora aqui temos o trio operacional: Helena, Saozita e Virgilio; bem como a  Ângela e o Paulinho que foram optimos colaboradores na cozinha e na copa. Por isso merecem uns miminhos. Almoço comido, uns dois dedos de conversa ao calor da lareira, e depois procurar lanche fora de portas que o Gaspar fez anos ( 5)  e há que ir cantar-lhe os parabéns.

          A meio da tarde lá fomos em demanda da Boavista, onde o Pedro e a Teresa nos receberam com aquela hospitalidade que, no caso da Teresa, caracteriza todo aquele que nasce vizinho do mar da Vieira

           Orgulhoso, o Pedro junto do filho prepara-se para o ajudar a partir o bolo e cantar os parabéns

 

           Tal como o Pedro, também a Teresa além do carinho dispensado ao filho, tem a seu cuidado receber as visitas da casa neste dia muito especial. E para a juventude vai de dar sumos, que os mais velhos querem é maduro...ou verde... Branco ou tinto desde que cheio, tanto faz.

          E cá temos a Gaspar diante do seu bolo de aniversário e rodeado de amigos e parentes jovens como ele, na flor da idade.

          Muita alegria e animação que mostra bem o que é a amizade e a sua importância no relacionamento familiar e social.

         Depois porque se o neto fez cinco que nasceu, também os avós maternos fizeram 40 que casaram, e por isso, no mesmo dia, a D. Luzia e Sr. Amilcar muito felizes festejaram juntos tais eventos. O bolo comemorativo dessas quatro décadas de vida matrimonial, foi partido, comido, regado e cantado. Parabéns aos "noivos" e que por muitos anos mais repitam e festejem a data. 

          Foi bonito de ver, e até de Caxarias veio propositadamente o Sr. Padre Bertolino Vieira, amigo desta generosa família com raízes na Bajouca.

 

 

           O vídeo dá uma panorâmica do que foi uma tarde algures na Boavista.

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publicado às 00:40


Tempo para se ser alegre

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 28.02.14

Fotos 727.jpg

O Corço da capital do barro leiriense, este ano concentra-se no Largo dos 13; merece a pena ir até lá na tarde do próximo dia 02 de Março, Domingo Gordo. É Carnaval à Bajouca.

 Do  latim (introitus) que quer dizer  "entrada"ou inicio do ano, da primavera ou, mesmo, da Quaresma, o Entrudo é a remota celebração pagã que hoje conhecemos por Carnaval. Festa popular que faz o delírio dos foliões e embriaga os participantes e apreciadores do folclore e da musica alegre e movimentada que faz parte do nosso património cultural. Nunca foi espectáculo que me seduzisse talvez fruto do receio que nos primeiros anos da minha infância tinha das “máscaras” ou “caretas” e das “macacas” que no Entrudo figuravam no corço da minha terras natal.

 

 

 Uma cena carnavalesca com bajouquenses de gema

         De qualquer modo aprecio o trabalho de quem organiza, promove e anima essa tradição romana que remonta às Saturnalias, festas em honra de Saturno cujos ritos e cerimonias tinham como objectivo o despertar do novo ciclo da Mãe / Natureza; as Lupercalias, que se celebravam ao redor do 15 de Fevereiro, assegurando a fecundidade dos homens, animais e campos e às Matronalias, festa dedicada às mulheres que nestas datas tinham poderes especiais sobre os homens.

         Mantendo o mesmo cerimonial que se pode imaginar em tradições, como o Dragão de São Jorge, no Minho, nos Caretos, em Trás-os-Montes e nos Gigantones e Cabeçudos por todo quanto é povoação, o Carnaval é uma “recordação das festas dos "loucos medievais", colocando um ponto final ao tempo de excessos que precedem a Quarta – Feira de cinzas".

Bajouca Centro, com igreja, residência e Junta de Freguesia

         Quarta-feira de Cinzas, dia em que o cristão, na Missa, recebe uma cruz na fronte com as cinzas obtidas da queima das palmas usadas no Domingo de Ramos do ano anterior.

 "Quaresma" é uma corruptela de "quadragésima" - 40 - por corresponder a quarenta dias de penitência, em que nos preparamos, tentando nos livrar das muitas armadilhas do mundo, para que sejamos menos indignos de receber tão magnífico presente, pela Páscoa. Na Quaresma não se canta o Aleluia, na Quaresma não se canta o Glória. É um tempo penitencial, um tempo de recolhimento e preparação. Já que tão pouco nem ao meu habitual corço da Bajouca vou este ano, que ao menos consiga viver uma Quaresma bem vivida, e com aquela  alegria própria do cristão.

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publicado às 10:30


Antes desta viagem....

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 10.01.14

Emília Afonso da Mota (22/03/1929-10/01/2014).

          Foi hoje a sepultar no cemitério da Bajouca, a Srª. Emília Afonso, casada com o Sr. Silvino da Mota Afonso e mãe de Maria Emília da Mota Afonso Pedrosa, Maria da Conceição da Mota Ferreira Afonso, e Rui Luís Mota Ferreira Afonso. Figura muito querida e estimada dentro e fora da comunidade bajouquense o funeral da generosa senhora constituiu uma verdadeira manifestação de sentido pesar. 

 

          Às exéquias fúnebres, que tiveram inicio às 11:30h, presidiu o Sr. Padre Melquiades, vigario-paroquial, coadjuvado pelo pároco, Sr. Padre Abel, e o Diácono João Paiva, da diocese  de Lisboa. A Leitura da Palavra foi confiada ao genro João Pedrosa; e a Proclamação do Evangelho, assim como a homilia, ao diácono J. Paiva.  

 

         Nascida no seio de uma das maiores famílias da Bajouca, os Afonsos,  a Emília do Silvino era conhecida não só pelas suas qualidade de esposa e mãe, mas sobretudo pela sua generosidade e espírito caritativo que todos lhe reconheciam. O funeral foi disso prova, ainda que a hora não tivesse ajudado. Pela casa mortuária da Bajouca, onde o corpo esteve depositada desde as 17:00h de ontem, até às 11:30h  de hoje, muitas foram as pessoas que por ali passaram para se despedir da saudosa bajouquense.

 

          A todos os familiares em luto, mormente a seu marido, filhas, filho, genros e nora deixo o meu testemunho de magoa e amizade. Que no céu tenha o prémio do que sofreu antes desta viagem...

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publicado às 20:30


Gostei de verdade

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 06.01.14

          A Festa do Menino Jesus, na Bajouca, celebra-se pela Epifania do Senhor, festividade que  Igreja festeja no ou à volta do dia 6 de Janeiro. Data também conhecida por Dia de Reis, pois segundo a tradição cristã seria o dia em que Jesus, recém-nascido, terá recebido a visita dos reis magos vindos do Oriente. Festa sem grande cerimonial, mas muito vivida e animada pela comunidade bajouquense e que já se celebra ali desde há muitas décadas, mais que centenária. 

         Este ano, com Missa Dominical que o Sr. Padre Melquiades celebrou às 14:30h, no fim foi o "Beijar o Menino" que teve lugar no adro, junto ao muito apreciado Presépio da Bajouca. Muitos paroquianos neste ato religioso, e não menos os forasteiros que nesta quadra aproveitam para na capital do barro leiriense além do presépio visitar também as oficinas dos oleiros bajouquenses.

         Para além do Sr. Padre Melquiades, vigário-paroquial, também mais dois Ministros da Comunhão, ajudaram na demorada tarefa, o Silvino e o Álvaro, este aqui bem visível, na foto, a dar o Menino Jesus a beijar ao Presidente da Junta de Freguesia, Hilário Estrada. E se bem repararem descobrem um generoso bajouquense a depositar no saco a sua oferta ao Menino

         Após essa formalidade festiva uma outra aguardava pelos bajouquenses: a venda das ofertas que habitualmente figuram numa pequena procissão que este ano devido ao mau tempo não se realizou. Mas, entretanto, como de costume a generosidade e bairrismo dos bajouquenses que nestas ocasiões andam sempre de braço dado, vieram mais uma vez ao de cima; e acontece que se da lavra de casa não houver que dar para oferta, dá-se no leilão, adquirindo por bom preço os produtos sempre muito disputados. Assim é na Bajouca, também em Domingo de Reis

 

          Ofertas leiloadas e vendidas, a festa terminou com concerto musical no Salão Paroquial muito participado e  apreciado, dado pela Banda Filarmonica  da Sociedade Artística e Musical da Bajouca (SAMB).

 

           Um lanchezinho no final aos músicos e a quem mais de perto colaborou no organização foi a paga, e bastou para todos os obreiros ficarem contentes. E vê-se  bem que sim, reparando na cara alegre que mostra bem o Presidente da SAMB, David Cabecinhas. São desta raça, os bajouquenses.

 

           A festa tinha chegado ao fim, mas o dia ainda não, e na Bajouca o imprevisto está sempre acontecer. Uma alma caridosa lá se apercebeu que alguém não tinha merendado e vai de convidar para um chá surpresa que foi servido no Prazo, em casa de casal amigo, do Larito e da Maria João. Maravilha, pena foi o meu chá ser servido sem açúcar, mas em chávena de pé alto!....     

 

           Foi esta macaquita que gosta de espetar partidas, a benemérita; que no fim ainda se põe a rir de fruta na mão. É só para gozar com os macaquitos. Se não for antes para o ano que venha outra surpresa destas, até porque foi a primeira vez que assisti à festa de Menino Jesus e gostei de verdade. Gente generosa esta.

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publicado às 23:30


Dia de todos os Santos

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 01.11.13

           Mês de Novembro, mês das Almas, que começa em Dia de todos os Santos que era dia de guarda, mas foi suprimido em favor de economia nacional, por determinação de quem se lembrou pôr-lhe termo. Mal vai um país que para melhorar a sua economia destrói os valores espirituais dos seus concidadãos e se deixa guiar por teorias opostas aos tradicionais usos e costumes que são parte da nossa história. Depois os ganhos com a ideia também não devem ser assim tão compensadores em relação ao dia de trabalho se atendermos ao prejuízo dos floristas e fabricantes de velas que nesta quadra viam o seu negócio brilhar, e em face desta decisão a maioria dos  clientes deixou de poder ir ao cemitérios nesse dia, e lá se foi o negócio em prejuízo da Economia Nacional. Pôr garotos a governar é no que dá.

         Mas tudo bem. Nas nossas aldeias a vida continua, e as tradições também se mantêm, resistindo ao citadino. Pena que não tenham força para fazer a poda ao que de mal se faz por todo o nosso país. Eu tenho pena, e hoje detive-me a ver o Olival da Igreja da Bajouca despido da oliva ramagem para desse modo na próxima temporada ressurgir mais forte e produzir mais frutos.

           Oliveiras podadas, também no adro, ao lado, os preparativos para montar o presépio já se fazem notar, pois daqui ao Natal  os fins de semana  não são muitos e é nesses dias que os voluntários da paróquia se empenham na sua montagem. Como de costume o Presépio da Bajouca é atractivo que na quadra Natalícia marca pontos no seu género. Por certo que este ano não vai fugir à regra. Eu lá estarei para ver, se Deus deixar.

         E com esta foto, tirada do Casal dos Afonsos, por aqui me fico em Dia de todos os Santos, de 2013.

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publicado às 17:52


Ficava sem os provar

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 20.09.13

Foi um fim de semana bem passado, com almoço ofertado à chegada, e ceia no ultimo dia. Só por isto a casa maior do Casal dos Afonsos merece ser destacada, e é. Se pela aragem se vê quem vai na carruagem, tambem pelo tamanho da porta se vê o que lá cabe dentro, e então se virem o comprimento da mesa da Alpendurada, quando cheia de familiares e amigos, é de ficarmos pasmados. Na terça-feira eram só onze.

Na aldeia toda a nossa gente mexe e cedo toma contacto com a ferramenta de trabalho, aqui até o David sobe para o trator e logo a Benedita muito atenta a observar o jeito do seu primito.

Enquanto se aguarda pela "hora dos feijões" há que aproveitar o tempo, desse  modo o "João Poeta" foi-se à mangueira e vai de regar o seu alfobre, por sinal muito bem estimado

 Uma das manas não lhe fica atrás, e vai de subir à ameixoeira e encher o alguidar.

Mas o que de facto vi de novo, e gostei, nesta mais recente visita ao Casal dos Afonsos, foi ver o gato da Helena muito sossegado  preso a uma trela. E dali não arreda pata. É como certos políticos agarrados ao tacho. 

 Mas o que mais me levou à capital do barro leiriense, no passado fim de semana, foram os figos de pingo-mel duma figueira que lá tenho e que se lá não ia agora ficava sem os provar.

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publicado às 17:59


Com muito prazer

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 02.09.13

           A maioria dos "maduros de 38", nascidos em Santo Aleixo da Bajouca, mais uma vez se juntaram em almoço-convívio para recordar o ano de 1938. Convívio aberto também a todos que por qualquer motivo estejam relacionados com famílias bajouquenses, é nessa situação que os organizadores me têm convidado e eu com muito prazer tenho aceitado. Aos principais responsáveis pelo encontro deste ano, Srs.Manuel Ferreira e Silvino Cabecinhas, o meu muito obrigado e também os parabéns pelo exito como decorreu.

          Ajudar o comercio local é um dever dos verdadeiros amigos da terra onde se nasce ou vive e dentro desse principio foi escolhido o Ka-Te-Kero, café, snack-bar, churrasqueira e restaurante, da bajouquense Maria Isabel Domingues Pedrosa, situado no Largo dos 13, para servir o almoço deste ano.

           Gostei e foi no topo desta mesa, ao lado deste  bajouquense com o queixo apoiado nas mãos, que escolhi ficar sentado e daqui fazer a minha reportagem fotográfica do convívio, ao mesmo tempo que ia dando trabalho ao dente e resposta ao apetite que a cozinha da casa gera.

 

           Como eu, também uns dois casais vindos de Pombal tomaram parte no convívio que esteve animadíssimo e já marcado para o próximo ano. 

         No repasto deste ano notei a falta de dois bajouquenses habituais neste convívio, o Diogo, dos Andreses, e o Virgílio Sousa, da Bajouca Centro. O ti Diogo não foi almoçar, mas a D. Lucília, sua esposa,representou-o; o ti Virgílio está desculpado, porque nesse dia festejou, em família, 50 anos de casado.

           Caras bem conhecidas e maduras da Bajouca fazem parte dos "maduros de 38" que quero continuar a ver no próximo ano, alegres e bem humoradas. 

 

          Não só o prazer ocasional que dá viver e partilhar nestes convívios também o exemplo que transmite aos mais jovens merece ser realçado, e vê-se no rosto destes jovens acompanhantes.

 

           Um abraço para estas caras alegres e satisfeitas, onde o "38" quase se não descortina

          A vida dá que pensar....e as donas de casa no que fazer

 

           Nesta mesa ao nosso lado, até a França se vê representada com o marido da D. Rafaela Ferreira todo risonho a observar o ambiente. Não sabe português, mas sabe apreciar a boa cozinha portuguesa e a simpatia do povo português. Não integrados no grupo dos "maduros de 38", o Virgílio Ferreira, mais duas irmãs e cunhados do Sr. Manuel Ferreira conseguiram arranjar mesa na sala e assim poderem assistir ao convívio dos maduros. Para o ano há mais

 

           Na hora da despedida, a D. Alice,  uma das gentis funcionárias que tão bem nos serviu, veio depois pôr as cartas... na mesa,  e ninguém contestou....Bom serviço e bom preço

 

          Também a D. Maria Isabel veio à sala agradecer a escolha do seu restaurante para este convívio que se espera no próximo ano volte a ser o  escolhido, lá estarei com muito prazer

 
          Gente cristã e praticante, não come sem louvar ao Criador, e às 19:30h na missa vespertina, os que já partiram... foram recordados na Eucaristia desse dia.

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publicado às 00:34


Em dia de São Bartolomeu

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 26.08.13
 

          Como não bastasse o que foi uma semana de festa rija e de ensurdecer para quem vive na Bajouca Centro, o Jorge Afonso teve a feliz ideia de convidar tios, primos e sobrinhos solteiros a participarem no seu enlace matrimonial  que se realizou no sábado dia 24. Também do Casal Novo - Monte Redondo, aconteceu o mesmo, em relação aos familiares da noiva, Olívia Domingues que aqui vemos guiada pelo braço de seu irmão Manuel Pedrosa Domingues, e da Ângela Alberto, sobrinha do noivo, com a cestinha das alianças.

          Família grande e muito conhecida e estimada na região; quem não conhece ou não ouviu falar dos Afonsos e Ratos da capital do barro leiriense?! Aqui de chapelinho à verão, o ti Bernardino Afonso, tio do noivo, é um bom exemplo disso mesmo. 

           Também de chapelinho, na primeira fila, a ti Beatriz Rata, mãe do noivo, atenta presencia o jeito dos noivos a porem as alianças que a netinha lhes entregou.

           Todos pimpões aqui temos a Olívia e o Jorge agora formando, em casal, uma só carne e um só espírito, que veio aumentar e alargar os membros das famílias envolvidas

 

           O noivo  aqui ladeado pelos  irmãos, cunhados e sobrinhos, e com a ti Beatriz Rata, a decano da família em festa junto dos netos mais jovens

 

          Depois do enlace e das fotos da praxe foi a vez  dos aperitivos que se não houvesse almoço já ninguém ali passava fome

 

           Já de barriguinha com lastro e a fazer tempo para o almoço, a equipa da idade maior aguarda por ordens do mestre sala que não devem tardar.

         

        A hora chegou e graças a esta distinta cozinheira, e a seu marido a boda começou a ser servida cada um por suas mãos, excepto a juventude jubilada que tem sempre um miminho dos que ainda estão distantes da meta de montanha.

          Para animar o ambiente o Pedro Gameiro com a sua viola, voz e espírito alegre e comunicativo bastou, e aqui se vê mais o "poeta João" a um cantinho que o ombro da Maria Afonso deixa ver. Mas também a colaboração da Ana Luisa, com a sua viola e reportório musical, foi um sucesso. Ora em parceria com o Pedro Gameiro, como se pode descortinar na foto, ou junto dos mais jovenzinhos que não a largavam. Filha de peixe sabe nadar.

             

        O Jorge que em tempos fez parte de um conjunto musical com o Pedro Gameiro, tinha convidado o seu amigo e parente por afinidade para o casamento, mas nunca a contar com ele carregado com a viola. Mas os verdadeiros amigos sabem estar presente nos momentos em que são úteis. Foi o caso e o vídeo mostra como valeu a pena.

 

          Surpresa foi o Rancho Folclórico do Grupo Alegre e Unido da Bajouca (GAU), que sem o Jorge saber combinou com os organizadores da boda associar-se ao evento e assim honrar um seu dedicado elemento que com um jeitinho daqui a pouco leva também a Olívia

 

          Estou a ver o noivo muito perplexo e admirado, quando ao aproximar-se da hora para jantar viu pessoas a colocar as cadeiras no pátio em semicírculo, mas nunca imaginando que era para ver o Rancho. Mas que ficou radiante com a surpresa ficou.

          O vídeo dá uma ideia do que foi a actuação do grupo e da alegria que despertou nos convidados

 

          Esta a equipa de apoio à cozinha, onde a cabeça rapada do diácono João Paiva se distingue, também no fazer bons e saborosos manjares, como foi agora nesta boda do cunhado, melhor dito dos cunhados

           Alegria e animação não faltou na casa do casal Saozita e Virgílio Alberto, mana e cunhado do noivo e houve dança até mais chega.

 

          Já se dança e canta, mas lá ao fundo ainda os noivos agarrados ao bolo.

 

           Aqui já o noivo a comandar a marcha e o ti Américo na cauda, parece anunciarem que no dia seguinte é domingo. E na Bajouca a Missa dominical por norma é às 09:00h.

  

          E de bengala no ar, acompanhando o filho que conduz a mãe, lá vai o ti Américo e a ti Maria Alha, pais do Virgílio Alberto o anfitrião onde decorreu a festa que continuou no domingo, com lanche das sobras. Uma alegria e satisfação maior me fez deslocar a Lisboa, para ver um netinho que a minha filha me deu em dia de São Bartolomeu

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publicado às 20:48


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