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Eram boas, mas acabaram-se. Foram três semanas em beleza, com a família mais próxima na praia, e eu regalado, na capital do barro leiriense, a cuidar de mim a maior parte desse tempo. Mas sempre em família e bem acompanhado e acolhido, até porque a Bajouca estava em festa e muitos amigos e parentes em férias sem sair da terra. No dia 20 pela manhã, foi fazer uma visita à igreja, mas antes tirar as fotos para ilustrar este post cuja primeira tirei do florido portão de minha casa.
Na 4ª-feira peguei no meu bolinhas e pela A17, tomei a A8, com destino a Lisboa, que diga-se o que se quiser é onde Portugal tem a cabeça e o estômago, já que os outros membros andam à solta pelo resto do território. Foi assim ontem, é hoje e quem promete que vai ser diferente amanhã, anda a viver à custa de qualquer partido, isto para não dizer do eleitorado português.
Mas nunca deixar o acolhimento de férias sem antes dar uma vista de olhos ao local que nestes dias de festa fez vibrar a comunidade bajouquense e que com muito prazer partilhei e assisti desde o dia 14 a 18 de Agosto
E a minha admiração por esta comunidade não é só pelo empenho que põe nas suas festividades, tão pouco a generosidade para lhes dar brilho, mas antes o labor com que as torna apreciadas e famosas, como em posts meus divulguei.
Labor que para montar as estruturas e abrilhantar a festa muito se requer, e para no fim as desmontar e deixar o espaço limpo, também. Foi precisamente esta ultima fase que antes de regressar a Lisboa, ontem apreciei na Bajouca
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