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O dia foi mesmo a calhar, no Dia da Mãe para fazer 93 primaveras , eis o que por sorte calhou este ano à minha prezada cunhada Maria Emília “Rata”. Não tomei parte no assinalar de tão pomposo momento da vida desta respeitada bajouquense, viúva do saudoso Zé “Portela” e mãe, avó e bisavó de considerável prole, mas tive o evento bem presente como acabo de demonstrar aqui. Toda desempenada, cabecinha bem regulada, apesar dos filhos terem chamado a si a responsabilidade de cuidar dela alternativamente, hoje foi ela a propor que desejava ver os 93 anos festejados em sua casa. E assim foi, na sua casa, do antigo lugar da Capela (Bajouca Centro ) se reuniu a família toda. O dia foi mesmo a calhar. Parabéns à Maria Emilia.
Foi hoje a sepultar após missa de corpo presente, às 17h30, o Sr. Luiz Pedrosa Ferreira, mais conhecido por “Luiz Ferreiro”. Era casado com a Srª. Maria do Céu Ferreira Gaspar e pai de Rui Gaspar Ferreira. Pessoa muito estimada e prestável que se distinguiu como artesão na arte de trabalhar o ferro no que se refere a utensílios manuais destinados ao labor agrícola. A sua morte, não esperada para já, mesmo apesar dos seus 78 anos foi uma surpresa e constituiu muita pena no coração de todos os bajouquenses seus conterrâneos e amigos. Paz à sua alma e a toda a família em luto sentidos pêsames.
Foi mais um dia bem vivido, disse eu, em titulo anterior, e com razão. Após a feijoada veio a sugestão do Carlitos para se fazer uma visita ao Raul, internado na Residência Sénior da Redinha-Pombal, que de todos os familiares presentes mereceu concordância e aderência.
Quando lá chegamos já o Jorge e a Olívia se tinham adiantado e fomos dar com eles juntos na sala de visitas. Debilitado, mas como sempre bem humorado, o Raul Afonso ainda deu duas das suas inconfundíveis “buzinadelas” que ninguém como ele é capaz de dar.
Vibrante quase rejuvenesceu quando na sala recebeu a visita do seu conterrâneo João Capitão que sua irmã Helena teve a amabilidade de convidar em atenção ao cuidado do João lhe perguntar constantemente pelo irmão sempre que a encontrava. Se ambos ficaram satisfeitos, também nós contentes com estas nobres atitudes.
O dia encerrou com um chá na casa da Eira - o meu foi de parreira - e servido com bolo da Gabriela, e do leilão do convívio. Maravilha!
Do Casal dos Afonsos só sai o que Deus tem de bom para nos dar
Com 82 anos, faleceu na Chãs-Regueira de Pontes, onde residia, a saudosa bajouquense Srª Maria Celeste Gaspar, viúva de Joaquim da Encarnação Dinis, e mãe de Florbela, Fátima Maria e Norberto Duque Dinis. Nascida a 23-02-1935, faleceu a 25-05-2017. O seu funeral que constituiu sentida manifestação de pesar realizou-se no sábado, dia 27, directamente da capela da Chãs para o cemitério da Bajouca, sua terra-natal. A toda a família em particular ao seu irmão Diogo e ao sobrinho Renato, as minhas sentidas condolências. Paz à sua alma.
Foi hoje a sepultar no cemitério da Bajouca, com missa de corpo presente, às 18h00, a Srª. Rosa Carreira Pedrosa que faleceu ontem no Hospital de Santo André, em Leiria. O seu funeral constituiu uma prova de estima e consideração que os bajouquenses nutriam por esta saudosa conterrânea que viveu na Marinha do Engenho. Viúva de José Pedrosa de Oliveira, a D. Rosa era mãe de 5 filhos: António, Ivo, Agostinho, José, Davide e Victor Manuel Carreira de Oliveira. Nascida a 19-09-1931 e falecida a 24-05-2017, a saudosa extinta faleceu com 85 anos. A toda a numerosa família em luto os meus sentidos pêsames.
A Associação Bajouquense para o Desenvolvimento convida-vos a participar na limpeza do Parque
Próxima 3ª feira, feriado, dia 25 de Abril, a partir das 8h30.
Tragam ferramentas de trabalho que possam ser úteis, especialmente roçadoras e enxadas.
Quem puder disponibilizar algum tractor contactar um elemento da ABAD.
O Parque do Pisão é de todos!
Contamos com a sua ajuda!
Há piquenique para todos os voluntários!
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PS
Não estou na Bajouca, mas deixo aqui o recado e o convite. Colaborem
A 21 de Julho de 2008, para dar os parabéns ao “Tio Manel” cujas charadas me habituei a ler no Elo da Bajouca, escrevi no meu blog, Na Retaguarda: “Há já algum tempo que as charadas do " Tio Manel" deixaram de fazer parte do reportório mensal do ELO, e nas quais eu me deliciava no rebuscar conhecimentos que a memória prodigiosa do autor me convidava a fazer!. Embora colaborador do Elo e amicíssimo do seu Director, nunca me atrevi a perguntar quem era o seu autor. Entretanto acabei por descobrir, quando num certo domingo, no fim de missa, o Sr. Manuel Afonso se demorou um pouco mais na brincadeira comigo, e se descaiu dizendo que de vez em quando também mandava qualquer "coisita" para publicação”. Não foi preciso mais nada, as Charadas eram do ti Manuel Afonso !!! Um grande amigo do ELO, da Bajouca, e do AMIGO DO POVO, de Coimbra. Ainda a propósito deste saudoso bajouquense, que agora nos deixou, comentei em blog, de 05 de Agosto de 2012: “Uns para a praia e outros até às Lameiras, para dar os parabéns ao ti Manuel Afonso que no passado dia 3 fez 90 anos, e hoje festejou. Também daqui o meu abraço de parabéns. Não fui, mas mandei representante”. Do que acerca deste saudoso bajouquense destaquei, comentou o insigne historiógrafo minhoto Jofre de Lima Monteiro Alves: “É de gente deste quilate que se faz a nossa memória geracional e colectiva, e os pilares da nossa sociedade rural. Boa semana, com tudo de bom”. Bajouquense de alma e coração, descendente e continuador das mais destacadas famílias da capital do barro leiriense, e terras ao redor, o Sr. Manuel Afonso era viúvo de D. Maria Pereira, não há muito falecida, pais muito dilectos da Lucinda, Luzia, Maria Rosa, Prazeres; do Fernando, do falecido Henrique, e do Manuel Afonso.
Nascido, a 03 de Agosto de 1922, o Sr. Manuel Afonso deixou-nos tristes e saudosos, no sábado, dia 30 de Agosto, ao partir em paz para aquela viagem que mais cedo ou mais tarde todos temos que fazer. O seu funeral que constituiu uma verdadeira manifestação de pesar, realizou-se no domingo, dia 31, para o cemitério da Bajouca às 17h30, após missa de corpo presente concelebrada por vários sacerdotes, a que presidiu o pároco, Sr. Padre Abel, e a homilia esteve a cargo do Sr. Padre Soares, afilhado do defunto. Um funeral alegre, rezado e, com artista de fina e rica voz, cantado, como alegre foi a vida deste saudoso extinto que honrou as origens ora como imigrante que foi na Alemanha ou na terra a cuidar do cultivo das hortas e da vinha onde tinha gosto da boa produção fazer alarde.
A toda a família em luto, os meus sentidos pêsames, que dirijo em particular aos filhos, mas também aos netos que ele muito amava, e eles souberam corresponder ao desfilar no cortejo fúnebre do avô.
Eram boas, mas acabaram-se. Foram três semanas em beleza, com a família mais próxima na praia, e eu regalado, na capital do barro leiriense, a cuidar de mim a maior parte desse tempo. Mas sempre em família e bem acompanhado e acolhido, até porque a Bajouca estava em festa e muitos amigos e parentes em férias sem sair da terra. No dia 20 pela manhã, foi fazer uma visita à igreja, mas antes tirar as fotos para ilustrar este post cuja primeira tirei do florido portão de minha casa.
Na 4ª-feira peguei no meu bolinhas e pela A17, tomei a A8, com destino a Lisboa, que diga-se o que se quiser é onde Portugal tem a cabeça e o estômago, já que os outros membros andam à solta pelo resto do território. Foi assim ontem, é hoje e quem promete que vai ser diferente amanhã, anda a viver à custa de qualquer partido, isto para não dizer do eleitorado português.
Mas nunca deixar o acolhimento de férias sem antes dar uma vista de olhos ao local que nestes dias de festa fez vibrar a comunidade bajouquense e que com muito prazer partilhei e assisti desde o dia 14 a 18 de Agosto
E a minha admiração por esta comunidade não é só pelo empenho que põe nas suas festividades, tão pouco a generosidade para lhes dar brilho, mas antes o labor com que as torna apreciadas e famosas, como em posts meus divulguei.
Labor que para montar as estruturas e abrilhantar a festa muito se requer, e para no fim as desmontar e deixar o espaço limpo, também. Foi precisamente esta ultima fase que antes de regressar a Lisboa, ontem apreciei na Bajouca
Em posts editados nos blogs: Ao sabor do tempo, Portugal, minha terra, Na retaguarda, e agora em terrasdolis, as festas de Santo Aleixo a decorrer na Bajouca desde o dia 14, até amanhã, dia 18; foram sendo referenciadas com algum destaque.
Ontem o realce foi dado ao passeio em bicicleta que culminou com almoço dos participantes no Casal dos Afonsos, mas foi esquecida a presença do Sr. Padre Carlos Cabecinhas, Reitor do Santuário de Fátima, a presidir à celebração Eucarística que teve inicio às 20h00. Já à Eucaristia deste domingo, que teve inicio às 14h30, e à procissão que se lhe seguiu, presidiu outro ilustre bajouquense, o Sr. Padre Soares, do Verbo Divino, que para o efeito desceu do Tortosendo à sua terra berço.
Com a volta mais pequena, terminada a procissão foi o leilão dos andores, também com menos lugares representados, mas muito disputados pelos habitantes dos respectivos lugares a que cada um dizia respeito.
Nestes eventos o mais importante para uns é o que para outros pode ser banal, depois da Eucaristia, uma procissão como as que nas festas da Bajouca se organizam dá prazer nelas partilhar. Não me canso.
Mas como não é com oração que o estômago enche, lá se vê ao fundo o pavilhão do restaurante da festa de Santo Aleixo abarrotar de gente que de perto e longe vem à Bajouca para apreciar a sua culinária, que tem no "Carneiro à Bajouca" o prato mais famoso.
No fim da procissão fui dormir uma soneca, que a musica nestes dias não me deixa dormir, para depois apreciar a exibição dos ranchos folclóricos que neste domingo actuaram e que foram: o Rancho Folclórico do Centro Social e Recreativo Arvorense, da freguesia de Árvore-Vila do Conde, fundado em Março de 1992, e o Grupo Folclórico da Bajouca (GAU), o anfitrião. E por hoje basta
Como disse em post que intitulei o Troncão, e que divulguei no blog Ao Sabor do Tempo, a minha jornada de Sexta-feira, dia 08, só terminava após assistir a um baptizado marcado para esse dia às 17h30, na igreja paroquial de Santo Aleixo da Bajouca. Com missa, a que presidiu o ilustre convidado, foram concelebrantes o pároco, Sr. Padre Abel, e o vigário - paroquial, Sr. Padre Melquiades.
Desde há bastante tempo informado que a esse acto vinha presidir um ilustre membro do episcopado português, por quem nutro muita estima e admiração, não podia perder a oportunidade de mais uma vez lhe pedir a bênção episcopal e ofertar o mais recente trabalho que sobre o culto Graciano escrevi. Se vai ter vagar e paciência para o ler é que duvido muito, mas certo foi que mais uma vez nos encontramos e serviu de pretexto para falar do Monte Farinha, e até em D.Amândio que soube foi seu professor, e por isso - digo eu -, um bom motivo para numa primeira oportunidade o ver convidado a presidir à Grande Peregrinação de Setembro, na Senhora da Graça, diocese de Vila Real.
O Luís Oliveira que nasceu em França, mas filho de pais portugueses afectos à Bajouca foi o responsável por este evento. Membro de uma família de imigrantes que D. António conheceu e lhe cativara a sua amizade quando também andou por terras francesas como estudante e assistente espiritual das comunidades portuguesas da diáspora, explicam esta disponibilidade duma figura com todo o seu tempo contabilizado.
Com aquela simplicidade que caracteriza os homens de ciência e formação cristã, D. António dos Santos chegou à hora marcada, e sem foguetes nem vivas, entrou na igreja, onde também só os familiares, muito chegados, os pais, D. Claudina e Rogério; os avós maternos, Emília e Manuel, e os paternos, Rosa e Fernando; os padrinhos do neófito, D. Dulce e Gilberto; e mais alguns poucos bajouquenses que àquela hora aproveitaram para assistirem à Missa, deram pela chegada de D. António.
O vídeo retrata melhor do que as fotos e a descrição .
Natural de Tendais, Cinfães do Douro, D. António Francisco dos Santos, nasceu a 29 de Agosto de 1948. Concluiu o Curso Superior de Teologia no Seminário Maior de Lamego, em 24 de Junho de 1971, e foi ordenado sacerdote a 08 de Dezembro de 1072. Desde 1974 a1979, andou por França, onde estudou Filosofia e Sociologia, e se licenciou no Instituto Católico de Paris. Foi bispo auxiliar de Braga, entre 21 de Dezembro de 2004 e 08 de Dezembro de 2006. Desde essa data foi bispo de Aveiro. Depois foi administrador diocesano da Diocese de Aveiro entre o período da sua nomeação para prelado da Diocese do Porto até á sua entrada oficial a 05 de Abril de 2014.
Missa celebrada e baptismo feito, com a missão cumprida e oferta à Igreja de Cristo de mais um filho de Deus feito cristão, D. António regressa despercebido, como despercebido aqui chegou, à sua diocese, com a mesma simplicidade de verdadeiro Apostolo e insigne beirão duriense.
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